quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

A polêmica do titão à mostra

     Semana passada, vi no Facebook um monte de fotos de gurias (do meu tempo) amamentando seus rebentos, com legendas indignadas sobre um tal artigo que saiu num jornal de Santo Ângelo. Perguntei pra uma das gurias, a Juliana (mãe de duas meninas, que amamentou ambas) qual era o arerê.

     Segundo ela, um colunista do jornal escreveu que não acha legal mulheres que amamentam seus filhos na rua, que ficam com os seios à mostra, que ele inclusive fica excitado vendo uma cena assim. Minha reação foi postar uma foto com meu seio cheio de leite e a Laura atracada no titão, mamando, com 1 mês de vida.

     Não cheguei a ler o artigo, até porque há horas não leio um jornal de cabo a rabo, mas como esse seria um assunto relevante de ser postado aqui no blog, algumas pessoas me mandaram os dados do colunista. Na minha cabeça, achava que ele era um homem de meia idade, barrigudo, careca, carrancudo, mal amado... mas eu conheço o cara, e ele não é nada disso. E se não me falhe a memória, ele é mais novo que eu.  E pelo motivo de conhecê-lo, não vou mais chamá-lo de arigó, como fiz ao ver as manifestações das gurias na rede social, e sim deixar registrada aqui a minha humilde opinião sobre o assunto.

     Há aqueles que adoram um suruba, há quem transe com árvores, há quem "barranqueie" a égua do sítio e certamente há quem se excite vendo uma mulher amamentando. Acredito que o colunista em questão não tenha filhos ainda, mas, se ele se excitar em ver a mãe dos seus futuros filhos com os peitos lustrosos, cheios de leite, tudo bem. 

     O problema aí, acredito que foi o modo como a questão foi abordada. Há certos assuntos que ferem os leitores pela diferença de pensamento que ocorre entre quem escreve e quem lê. As mães que amamentaram ou ainda amamentam seus filhos no peito ficaram indignadas com a abordagem feita do assunto. Aposto que se ele tivesse apenas escrito que não acha legal ver mulheres na rua amamentando e ponto, a repercussão seria outra.

     Como mãe, já escrevi aqui no blog que quando se amamenta, se perde totalmente o pudor dos seios, eles se tornam "públicos" de tantas vezes que temos que tirá-los do sutiã pra matar a fome dos nossos rebentos. Cheguei a ir até a garagem do prédio com o peito de fora certa vez. Sorte que o colunista não é meu vizinho!

     Falando sério agora (ou melhor dizendo: escrevendo sério): quem tem blog, escreve pra algum jornal ou revista, deve ter um pouco de cuidado ao expor suas opiniões. Várias vezes tive textos prontos na minha cabeça a respeito de coisas que certamente causariam muita polêmica. Se já sou criticada por viajar e deixar a Laura, imagina o que pensariam de mim se eu escrevesse tudo o que acho de certas coisas... criaria inimigos em toda parte.

     Pra terminar: amamentar é sublime, o maior ato de amor que a mãe pode dar pra um filho na tenra idade. Há mães que não gostaram da experiência, mas quem curtiu, sabe do que me refiro. Quem é homem e infelizmente não pode desfrutar de momentos tão mágicos, e que discorda de tudo isso, ao menos demonstre sua opinião de um modo mais sutil. 

sábado, 14 de dezembro de 2013

Fim do ciclo

     Hoje á noitinha, assistindo o Saia Justa, do GNT, escutei atentamente sobre um dos temas do dia: o luto. Não ficamos de luto só quando alguma pessoa querida morre, e sim nas mais diversas situações; perda do emprego, decepção com algum amigo, fim de relacionamento, enfim, término de um ciclo que considerávamos importante na nossa vida, e que devemos aprender a viver sem. Aí as divagações começam, pois há especialistas no assunto que dizem que o luto deve ser vivido, invariavelmente algum dia, cedo (o mais aconselhável) ou tarde, para que possamos dar sequência à nossa vida. Esses mesmos especialistas dizem que a gente nunca sai de um luto igual, sempre aprendemos algo com ele. 

     Agora há pouco li uma postagem de um colega de faculdade, o Sady: "Eu sinto saudades de tantas coisas, de tantas pessoas." Se eu contar que me lembrei de vários colegas de faculdade hoje, inclusive do Sady, quem estiver lendo este post vai achar que estou escrevendo isso pra fazer grau. Mas não. Estava escutando Cidade Negra e me lembrei dos vários dias que passei em Torres ao som de reagge, na companhia dos colegas de faculdade, estudando, divagando sobre as aulas, relaxando no final de todas as provas... e concordo com o Sady.

     Me dei conta que o final da faculdade pra mim foi um luto que eu relutei muito em viver. Lembro nitidamente que no último semestre fiquei muito triste, pois dali há alguns meses tudo aquilo findaria. Foi aí que comecei a criar expectativa sobre a vida profissional que me aguardava ali adiante. Embuti nos meus pensamentos que eu iria salvar o mundo das cáries, que seria podre de rica e usaria isolamento absoluto em todo e qualquer procedimento odontológico que eu realizasse. Chego a gargalhar agora, escrevendo isso. Como fui mirim!!!! Ao invés de chorar no dia da formatura, como era da minha vontade, estampei um baita sorriso de satisfação, afinal, a ocasião pedia! Criei essas expectativas estapafúrdias pra fugir do fato de que o ciclo de Torres, da faculdade, tinha chegado ao final. 

     Hoje eu descobri que a  relação de amor e ódio com a Odontologia, sabiamente citada pela Michele Steiner (outra colega da faculdade) que afeta vários colegas, no meu caso, se deve aos fatores acima citados, ou seja, do luto não vivido pelo final de uma época da minha vida que foi muito legal.  E que saudades que eu sinto daquele tempo, daquele astral, daqueles reagges, daqueles colegas e daqueles isolamentos absolutos que eu fazia tão bem. 

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Medo, mergulho, etc...

     Eu, a Laura e a Bella ficamos sozinhas em casa na semana passada. O Bruno saiu em viagem de trabalho e só retornou na terça feira. Assim sendo, levei-a na natação na quinta passada. Já tinha participado da aula em outra ocasião, mas nessa a neninha deu seu primeiro mergulho assistido. Não foi a melhor experiência da vida dela, com certeza, mas sim o primeiro passo importante da vida "aquática" independente da Laura. Com o gênio forte que ela tem, volta e meia solta um gritinho daqueles estridentes quando é contrariada, mas a professora é firme e consegue controlar a birra da pequena. Quando a profe pediu que ela subisse no tapetão pra caminhar nele (e posteriormente mergulhar) novamente, a resposta veio na hora. 
- A Lala não que bigulha.

     Um aspecto que ultimamente anda me chamando a atenção é que a Laura está demonstrando medos da semana passada pra cá. Seja de um barulho muito alto (furadeira, aspirador de pó), vozes no corredor do prédio até dos lobos das historinhas dos três porquinhos ou da chapeuzinho vermelho, que lemos pra ela. Hoje ela não quis nem descer do colo da Angélica na praça onde tem música natalina e enfeites dessa época.  Á noite ela se aconchega no meu colo, me abraça e diz:
- Cuida da Lala mamãe, o lobo pega a Lala.
Ou ainda:
- Ai, socorro! Tenho medo do lobo!

     A frequência do "putameda" diminuiu consideravelmente, mas volta e meia ele pinta no pedaço. O Bruno, por ser um ser humano evoluído, quando se estressa com alguma coisa ou a Carleise liga pra ele contando que algo deu errado na Tao ou no Boliche, raramente fala palavrão. Larga um "que beleza!" e aí decide o que vai fazer. Sabiamente, quando a Laura larga um  "putamerda" ele diz: 
- Filha, puta merda é feio! Quando a Laura sentir vontade de dizer isso, fala "que beleza". Tá?
- Tá.

     Comecei a adotar essa tática. E pedi encarecidamente aos nossos amigos que convivem com a Laura e parentes que façam o mesmo. Agora, a coisa anda assim:
- Putameda... putameda é feio, tem que dizer "que beleeeza"! 










quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Casar ou comprar uma bicicleta?

     Tenho a impressão que esse post não terá pé nem cabeça, mas vou em frente mesmo assim. Sabe aquelas épocas que a gente fica em dúvida sobre uma série de coisas na vida? Pois me encontro numa dessas. Minha dúvida não se resume em não saber se caso ou compro uma bicicleta; já casei e não curto andar de bici. As coisas vão mais além. 

     Pela enésima vez fui acometida por uma infecção urinária na semana passada. Passei o sábado a noite, o domingo e parte da segunda feira com cara de bunda, de tanta dor. Quem já passou por isso sabe do que me refiro. Assim sendo, quando não estava sentada no vaso sanitário (voltando a enfatizar que se alguém já teve uma infecção urinária, sabe do que estou escrevendo), o que me restava era ficar com a Laura e pensar na vida, no rumo que as coisas estão tomando, no tempo que voa e como eu pretendo envelhecer.

     Me inscrevi no concurso da Secretaria Estadual de Saúde. Comprei a apostila e comecei a estudar. Tudo nos conformes até a parte do raciocínio lógico. Aí me deu vontade de jogar a toalha. Não sei porque não simplificar a coisa e colocar no edital que o que vai cair na verdade é Matemática. Meu fraco, desde sempre. Tenho vergonha disso, mas a verdade é que sou muito, muito ruim em Matemática. Sempre fui assim. Na época do colégio, enquanto em Português, Literatura, Biologia e demais matérias ia bem, em matemática passava de ano com as calças na mão. Demorei pra passar no vestibular por causa dos malditos cálculos. Na faculdade, graças a Santa Apolônia (padroeira dos cirurgiões dentistas), a matemática me deixou em paz. Agora, depois de 10 anos de formada, me vejo desmotivada em estudar por causa dos cálculos de matrizes e demais equações dificílimas pra mim.

     Nessas situações eu paro e penso: será que nessa altura do campeonato é válido eu querer aprender uma coisa que por 34 anos tive dificuldade? Aí vem uma vozinha na minha cabeça que diz: "Férias remuneradas, décimo terceiro salário... tu tens isso no consultório? Profissional liberal é igual a instabilidade, minha querida!!" 

     Essa madrugada perdi o sono. Fui pra sala, liguei a TV no Nat Geo (que transmite programas de fundamento) e fiquei assistindo um programa chamado Tabu. O episódio em questão era sobre as pessoas que moram em lugares estranhos, como túneis de esgoto, a rua ou lugar nenhum. Esse do lugar nenhum é um cara que carrega consigo apenas escova de dentes, creme dental, uma muda de roupas e filtro solar quando está em lugares quentes. Passa a vida vagando de Estado em Estado, sem trabalhar, dormindo na casa de amigos ou de gente que ele acaba de conhecer. Fica lá por dias, semanas ou até meses. Fazendo o que? Não sei; e o programa tão pouco mencionou alguma atividade do cara. Outro homem passou 35 anos trabalhando 16 horas por dia. Há uns 4, 5 anos, largou tudo e se mudou pra um túnel de esgoto fluvial de Las Vegas. Ás vezes ele tem que sair ás pressas porque a água inunda os túneis, mas no geral passa seus dias passeando nos parques e curtindo a paisagem. Se diz muito feliz assim.
 Esses caras estão certos? 

     Eu estou certa em continuar trabalhando como dentista ou o melhor é aprender matemática pra passar no concurso e ter a tão magnífica estabilidade? Ou largo tudo e vou escrever livros infantis? O dilema é quase se caso ou compro uma bicicleta, não é??

domingo, 24 de novembro de 2013

"A televisão me deixou burro, muito burro, demais...".

     A televisão sempre fez parte da minha vida. Me lembro que antes da chegada da Camila e do Daniel, quando criança,  eu, o pai e a mãe assistíamos as novelas das 8 da Globo. Nas manhãs me divertia com a Turma do Balão Mágico e o Fofão. Depois, maiorzinha, me tornei fã da Xuxa. Mais velha um pouco, não perdia nenhuma novela e adorava assistir a TV Pirata. Teve uma época que eu assistia todas as novelas da Globo e sabia mais ou menos as últimas 3 ou 4 que tinham passado antes daquela que estava no ar. 

     Família formada e a televisão sempre ligada. A que mais ficava na frente da TV era eu. Só a desligava na hora de ler meus livros, estudar e dormir. Me lembro de ser repreendida pelo Tio Nola várias vezes. Ele dizia que televisão era perda de tempo. Eu ficava sem entender como alguém podia não gostar de televisão (hoje entendo).

     Com o passar dos anos, a televisão deixou de ser o principal eletrodoméstico em casa. Ficava mais tempo lendo, escutando música ou no pátio com a Camila e o Dani. Quando fui morar fora pra estudar, continuei com o hábito da novela das 8 (que virou das 9) e algum programa que outro, até porque estudava bastante e, morando na praia, só ficava na frente da TV quando chovia muito e a turma se reunia pra assistir algum filme legal. Nessa época teve início a febre dos reality shows. Até assisti às primeiras edições do tal de Big Brother, mas percebi que não era lá grande coisa e larguei de mão isso também. 

     Programas que mostram o drama das pessoas, reformam casa, carro, pagam rancho e dão banho de loja pra guriazinha... tô fora. Gugu enfarento, Fausto ex gordo e chato mor, Silvio Santos octogenário... não me pegam. Nunca gostei disso. Só assisto televisão no final de semana se fico doente ou se vem o mundo abaixo de chuva, o que me impossibilita de sair de casa; e mesmo assim dou preferência em assistir algum filme. Telejornal que apela pro sensacionalismo, onde o apresentador fica gritando por justiça aos quatro ventos... me nego a assistir.  

     Depois de casada, colocamos TV por assinatura em casa. Comecei a pensar que ou eu virei muito seletiva em relação ao que me interessa assistir ou o conteúdo da televisão decaiu consideravelmente de um tempo pra cá. 

Na casa dos meus pais, tem dias que a televisão só é ligada a fim de auxiliar o pai a pegar no sono, na hora da sestia (ainda não inventaram sonífero melhor). Definitivamente, ela deixou de ser a queridinha da casa. Seu Turra e Dona Mari  sabem que há coisas na vida bem mais interessantes a fazer.

     Então chegou a Laura, e o meu tempo na frente da televisão diminuiu mais um pouco. Prefiro mil vezes ficar brincando com ela do que ficar assistindo o que quer que seja. Nesses dois anos de maternidade, a última novela das 9 que eu assisti de cabo a rabo foi Avenida Brasil (inesquecível Carminha...). Depois dessa, não acompanhei mais nenhuma, e pra ser bem sincera, não sinto a mínima falta. 
  
     Tem uma música dos Titãs que diz: "A televisão me deixou burro, muito burro, demais...". Concordo. Tudo o que é demais, faz mal. Dá pra continuar assistindo TV, mas moderadamente. 

sábado, 23 de novembro de 2013

Academia

     Depois de quase 1 ano fazendo fisioterapia ininterruptamente por causa dos meus joelhos, recebi alta. Fui orientada pelo médico a continuar com o reforço muscular na academia, fazendo musculação. Fiquei triste por dois motivos: primeiro porque adoro a Vivi, a fisioterapeuta que me acompanhou todo esse tempo. Segundo porque nunca fui fã de musculação.

     Mas, como foi o médico que mandou, me matriculei na "acadimia" e comecei a puxar ferro. Isso aconteceu em setembro. Desde lá, faço musculação duas vezes por semana. Ao contrário de todas as expectativas, e levando em consideração meu histórico em tal modalidade, estou gostando bastante da musculação. No início ia á contragosto malhar, mas agora vou tranquila. Estou a léguas de distância de virar rata de academia, mas o que interessa é que os resultados começaram a aparecer.

      Primeira grande mudança: a diminuição drásticas das minhas dores de cabeça. Agora posso tomar minhas cervejinhas sem acordar no outro dia com os sinos da catedral dentro da cachola.  Segunda grande mudança: meus joelhos estão bem. Consigo fazer minha yoga, brincar com a Laura agachada, caminhar e até estou me aventurando em dar umas corridas de leve na esteira.  

     Andei perdendo uns quilos de uns tempos pra cá, mas esteticamente ainda não percebi lá grandes mudanças frequentando a academia. Minhas celulites de estimação permanecem lá, acompanhadas por outras novas que surgiram depois da gestação, o que faz minha bunda e minhas pernas parecerem um sofá capitonê. Meus braços de gringa polenteira continuam com a mesma circunferência, mas segundo a minha instrutora eles diminuirão. As cartucheiras seguem firme e forte. Pra quem não sabe o que são cartucheiras aí vai: são os flancos, vulgos pneuzinhos.  

     Sigo fazendo minhas séries de exercícios físicos feliz com os resultados alcançados até agora, enquanto isso, aguardo o momento em que todos os itens acima citados farão parte do passado. 

domingo, 10 de novembro de 2013

Vale Night

     Encontro das mãezinhas, como sempre na casa da Fofa numa terça feira. Cada vez fica mais divertido mas também mais difícil das mãezinhas conversarem. Agora todos caminham, falam e trepam em tudo. Aí, em meio a nossas conversas não concluídas, choros e encrencas das crianças, a Cissa ergueu os braços e esbrevejou: "Aie!!! quando a gente vai poder sair sem as crianças pra podermos conversar decentemente, hein?". Gargalhamos, obviamente. Mas a ideia foi amadurecendo, e ficou meio que certo que naquela sexta feita iríamos sair, somente as mãezinhas, sem seus filhinhos e maridos. 

     Pensei cá comigo que isso não sairia dos nossos planos. Mas pra minha surpresa, na sexta feira comecei a receber mensagens com as coordenadas do nosso vale night. As regras: deixar as crianças aos cuidados dos seus respectivos pais para que pudéssemos aproveitar algumas horas sozinhas, somente entre mulheres. Não foi permitido pedir ajuda pras vovós, titias e demais parentes. O vale night teve suas regras sacramentadas, tivemos a adesão de 3 dos 5 paizinhos e lá fomos nós.

     Local escolhido: o Boliche. A Fofa e a Cissa me indagaram se eu gostaria de ir pra outro lugar (um lugar neutro). Disse que tava tranquilo, pois além de adorar o ambiente do boliche, o Bruno estaria cuidando da Laura e não trabalhando lá naquela noite. Tomei um banho, vesti uma calça e uma camiseta, calcei uma rasteirinha e fui a primeira a chegar.

     De todas as mãezinhas, eu sou a que saio mais, até pelo marido que tenho. Volta e meia deixo a Laura com a minha sogra, com as dindas, tias ou com a minha mãe e vou pra TAO ou pro Boliche fazer uma festinha. Até por isso não me produzi nada pra aquela noite. Logo chegaram a Cissa e a Fofa. Lindas, maquiadas e eufóricas. Após alguns bons minutos divagando sobre como estariam nossos rebentos, nosso vale night começou a tomar forma. Foi muito, muito divertido! Rimos muito, conversamos bastante (sem interrupções pra trocas de fraldas nem choradeira na disputa de brinquedos), jogamos boliche e até fizemos strike!!

     Naquele dia a Joana estava no meio de uma estomatite, então, há meia noite voltamos cada uma pra sua casa. A Cissa queria ficar mais, alegando que não iríamos virar abóbora depois daquela hora, mas já que eu e a Fofa demos a voz de "bamo", ela se foi pra casa também.

     Depois, ficamos sabendo que a estomatite atingiu seu auge, foi passada pro Tomás, que devido a uma convulsão foi parar uns dias no hospital. Agora a Cissa anda com o pé engessado por ter operado o (ou a, não sei como me refiro) joanete.

     Estamos esperando ansiosamente pelo próximo vale night e da adesão das demais mãezinhas, Dica e Milena.

     Querem saber o que os papais e as crianças fizeram naquela noite de sexta feira? O Marcelo levou o Tomás a um aniversário só pra homens. O Diogo e o Bruno se juntaram pra fazer um churrasco com as "gurias" (Jojô e Laura). E todos ficaram felizes e contentes no final do vale night! Que venham os próximos!!